
André Spineli
Notas de arquitetura, software e desenvolvimento assistido por IA, quase sempre a partir de coisas que estou construindo, quebrando ou tentando entender.
RSSJSON-RPC e schemas versionados num CLI local
Dentro do DevStation, a interface e o engine conversam por JSON-RPC com contratos versionados, como dois sistemas independentes. O que são schemas versionados na prática, por que levar isso a sério num CLI local, como eventos atravessam a fronteira e a porta que fica aberta para o CLI virar serviço.
Harness engineering e arquitetura homogênea
Dois projetos, duas stacks, o mesmo low-level design, com agentes escrevendo a maior parte do código. O que skills abstratas e capabilities concretas empacotam de fato, onde entra a ferramenta de harness, e por que minha aposta é que esse tipo de padronização deve emergir de times de plataforma.
Testes via MCP: rodando a suíte contra um homelab real
A suíte e2e exercita um node Proxmox de verdade (provisiona, instala, desinstala e destrói), e um agente dirige esse ciclo pelo MCP. Notas sobre a regressão que os mocks não pegariam, a validação cross-OS no Windows e a disciplina de teste com IA.
Projetado para extensibilidade
Hexagonal, DDD tático, CQRS, eventos internos e contratos JSON-RPC. Por que esse conjunto, que pode soar como overengineering num CLI, foi uma aposta consciente neste projeto, o que ele já pagou e o que ainda é hipótese.
Por que DevStation?
Uma história de origem, em primeira pessoa: de um AMD Geode rodando BrazilFW que unia dois links de internet caseiros, e um servidor de jogo em Pentium 4, até um CLI único e autossuficiente que descreve o homelab uma vez e o reconstrói sob demanda.
JSON-RPC and versioned schemas in a local CLI
Inside DevStation, the interface and the engine talk over JSON-RPC with versioned contracts, like two independent systems. What versioned schemas mean in practice, why take them seriously in a local CLI, how events cross the boundary and the door left open for the CLI to become a service.
Harness engineering and homogeneous architecture
Two projects, two stacks, the same low-level design, with agents writing most of the code. What abstract skills and concrete capabilities actually package, where the harness tool comes in, and why my bet is that this kind of standardization should emerge from platform teams.
Testing through MCP: running the suite against a real homelab
The end-to-end suite exercises a real Proxmox node (provision, install, uninstall, destroy), and an agent drives that cycle over MCP. Notes on the regression mocks would have missed, the cross-OS Windows validation, and test discipline with AI.
Designed for extensibility
Hexagonal architecture, tactical DDD, CQRS, internal events and JSON-RPC contracts. Why this set, which can sound like overengineering in a CLI, was a deliberate bet on this project, what it has paid for so far and what is still a hypothesis.
Why DevStation?
A personal origin story: from an AMD Geode running BrazilFW that bonded two home internet links, and a Pentium 4 game server, to a single self-contained CLI that describes a homelab once and rebuilds it on demand.